Descrição
Detector de Temperatura Térmico DTE 520 Intelbras
Cozinhas industriais, garagens, casas de máquinas, salas de gerador e áreas de lavanderia têm algo em comum: calor, vapor, gases de escape e gordura em suspensão fazem parte do funcionamento normal. Colocar um detector óptico nesses ambientes é garantir manutenção corretiva toda semana. O detector térmico de incêndio DTE 520 Intelbras é a resposta de projeto para essas áreas, porque avalia o comportamento da temperatura do ambiente em vez das partículas do ar.
A leitura correta desse dispositivo é de complemento, não de substituição. Em um pavimento típico, o DTE 520 fica nas áreas de risco térmico e sujeira, enquanto os detectores de fumaça ficam nas circulações, salas e rotas de fuga — que é onde a detecção precoce salva tempo de evacuação. Essa divisão é o que faz o sistema conviver com a operação do imóvel sem virar fonte de alarme falso.
Sendo um dispositivo de campo, o DTE 520 depende de uma central de alarme compatível para processar o evento, sinalizar e comandar sirenes e módulos. Altura de instalação, espaçamento e quantidade de pontos são definidos no projeto do sistema, seguindo a ABNT NBR 17240 e a exigência do Corpo de Bombeiros aplicável à edificação.
Ficha técnica
| Marca | Intelbras |
|---|---|
| Modelo | DTE 520 |
| Tipo de dispositivo | Detector de temperatura (térmico) |
| Grandeza monitorada | Temperatura do ambiente |
| Aplicação | Sistema de detecção e alarme de incêndio |
| Instalação | Teto, ligado à central de alarme |
Temperatura de atuação, arquitetura do sistema, tensão, consumo e compatibilidade com centrais devem ser confirmados no manual do fabricante.
Como escolher o ponto de instalação
Comece pelo mapa de risco do imóvel. Onde há chama aberta, fritura, motores, baterias, quadros de força, escapamento ou secagem, especifique o detector térmico. Onde há papel, estofado, cabeamento e pessoas circulando, especifique o detector de fumaça. Em cozinhas, evite posicionar o dispositivo diretamente sobre a coifa e o fogão: o objetivo é detectar o incêndio no ambiente, e não o calor normal do equipamento. Em garagens, considere o insuflamento de ar da ventilação forçada, que desloca a coluna térmica e pode atrasar a atuação se o ponto estiver mal posicionado.
Perguntas frequentes
Posso trocar todos os detectores de fumaça por térmicos?
Não. O térmico atua depois, por depender do calor. Em áreas limpas e ocupadas, a detecção por fumaça é o que garante alerta antecipado.
O DTE 520 funciona com qualquer central Intelbras?
A compatibilidade precisa ser conferida no manual e junto ao projetista, considerando a arquitetura do sistema instalado.
Detector térmico dispara com o calor do verão?
Não deve disparar em variação normal de ambiente. A atuação ocorre na condição definida pela classe do detector, informada no manual.
Este dispositivo funciona com central de qualquer fabricante?
Na referência DTE-520-TEMP, a orientação é esta: nem sempre. Em sistemas convencionais a compatibilidade é mais ampla, porque o dispositivo apenas fecha o laço. Em sistemas endereçáveis o protocolo de comunicação é próprio de cada fabricante, e o ponto só é reconhecido se central e dispositivo forem da mesma linha. Vale conferir o modelo da central antes de fechar a compra.
Qual a diferença entre convencional e endereçável?
Vale para a referência DTE-520-TEMP. no sistema convencional o prédio é dividido em laços, e a central indica em qual laço houve o disparo — a brigada ainda precisa localizar o ponto. No endereçável cada dispositivo tem identificação própria, e a central mostra exatamente qual disparou. Em prédios grandes ou de planta complexa, essa diferença encurta muito o tempo de resposta.
O sistema de alarme precisa de manutenção periódica?
Aplicado à referência DTE-520-TEMP: sim, e ela é o que separa um sistema que funciona de um sistema que existe no papel. A verificação inclui teste de acionamento, checagem das baterias da central, conferência da sinalização sonora em todos os pontos ocupados e simulação de disparo por laço. A periodicidade segue a ABNT NBR 17240 e o projeto aprovado.
Onde comprar
A Dig Fire trabalha com este equipamento e com o restante da linha de proteção contra incêndio. Veja a categoria Detector para comparar os modelos disponíveis, ou vá direto para Detector Óptico de Fumaça ADOE 1024 Ascael e Detector de Fumaça Sem Fio com Alarme de Incêndio.
As normas técnicas que se aplicam a detector de temperatura e as demais citadas nesta página podem ser consultadas no catálogo da ABNT, As exigências de vistoria são as do Corpo de Bombeiros do seu estado.
Na dúvida, compare os dados da ficha técnica acima com o que o seu projeto exige. A equipe da Dig Fire ajuda a confirmar o modelo correto antes do pedido.
Este equipamento também aparece em projeto e em orçamento com outros nomes: detector de temperatura dte 520, detector térmico intelbras e detector para cozinha industrial. São formas diferentes de citar a mesma especificação.
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